SOS - Edite
Edite Estrela, enviou recentemente por escrito um alerta ao PS para uma possível vitória do PSD, nas próximas eleições legislativas e diz ela, que seria um perigo para a democracia Portugal ser governado pelo PSD.
Ela deve estar a fazer confusão com os protagonistas. Torna-se evidente que ela não sai de Bruxelas, não liga o seu televisor nas horas do jornal, nem lê a imprensa escrita portuguesa ou internacional, onde todos relatam o que se passa com a situação de real perigo que Portugal vive, criada pelo governo de Sócrates e do seu partido.
O PS. Aí está o perigo. Sócrates e o PS.
Vou enumerar algumas coisinhas (mesmo só algumas, porque há muitas mais) que talvez aos olhos desta deputada de meia-tigela não tenham importância alguma, mas têm nas carteiras dos portugueses que vivem em Portugal, coisinhas essas fabricadas por Sócrates e o seu governo. Portanto, made in PS.
Retirou poder de compra à classe média, aos menos pobres e até, aos mais pobres. Aumentou o IVA em mais de 9%, ou seja, passou de 21% para 23%, aumentou o IRS onde até se permitiu inventar mais escalões, escalões esses que antes não existiam.
Diminuiu salários. Também diminuiu ou suprimiu abonos de família, suprimiu ajudas escolares à maioria das famílias que trabalham, descontam e pagam impostos, diminuiu ou suprimiu ajudas de custo a deficientes e ainda por cima, não satisfeito com estas medidas todas, aumentou o défice de 4%, o que corresponde a cerca de 450 milhões de €. Retira-nos poder de compra, adiciona-nos impostos directos ou indirectos e gasta muito mais do que recebe. Mau governante.
Se isto não é perigo, então o que é? Tem razão Edite. Não é perigo.
É terrorismo por esticão, vindo da parte de um partido que se diz de democrata. O seu PS.
Esta senhora Edite, que mais me apetece chamar por outro nome, lançou também alusões injuriosas ao actual PR Aníbal Cavaco Silva, dizendo que ele tinha velada e deliberadamente dificultado e obstruído acções, deste governo de Sócrates.
Mais uma vez (deve ser por hábito) ela troca intencionalmente de protagonistas quando fala de falcatruas ou maroscas.
Eu que não gosto de políticos, sou de opinião diferente pois que, aparte a aversão que sinto por essa classe de aldrabões, oportunistas e incompetentes, entendo que este presidente se tem comportado com uma grande idoneidade, imparcialidade e sentido do dever. No meu humilde entender, deveria impor-se um pouco mais.
(Mesmo que receba indevidamente várias chorudas reformas, pensões ou aposentações, o que para mim, é um escândalo não só neste, mas em todos os PR que passaram por Belém e sou daqueles que pensam que se deveria acabar com estas situações dolorosamente suportadas pelos honestos contribuintes).
Apelou sempre ao bom senso e ao diálogo, rejeitando sempre a incomunicabilidade entre os partidos com assento parlamentar. Comportou-se no meu entender como um bom presidente e mais ainda, como um bom português embora um pouco brando.
Por várias vezes, referiu-se ao descalabro das nossas finanças e disse claramente, o que todos os portugueses estavam a pensar. Que a nossa economia, se encontrava numa situação insustentável.
Por essa franqueza chegaram a acusá-lo de pessimista ou mesmo de tomar posição partidária. Não quiseram ouvi-lo e agora, é aquilo que se vê. A Edite fala é de contente, pois este PR teve um comportamento fora de série, no bom sentido. Depois do 25 de Abril, foi o melhor Presidente que tivemos e muito diferente dos seus antecessores. Diferente para melhor. Calmo, apaziguador e sempre com o devido respeito pela Constituição da República. O mesmo não se pode dizer do seu antecessor Jorge Sampaio, que era sorrateiro, manipulador e mal intencionado.
Esta senhora (Edite Estrela), não tem autoridade para insultar quem quer que seja. Ela deveria antes de mais nada, ter tirado uma fotografia ou radiografia moral ao ex PR Jorge Sampaio, durante o tempo em que governou o 1º Ministro, Santana Lopes. Não sairia nenhuma imagem, pois esse senhor não tem nenhuma moralidade e pelos vistos, a senhora Edite também não.
Esse sim, merece reproches, apupos ou assobiadelas. Esse presidente teve culpas no cartório, sobre o que aconteceu nessa altura. Ao aceitar o Santana Lopes como substituto do Durão Barroso, o indecente Sampaio preparou-lhe uma autêntica cilada, urdida por uma mente de crápula sem escrúpulos. Ele sabia de antemão o que iria acontecer, pois a AR na sua grande maioria, estava contra a nomeação de Santana para 1º Ministro. Esse 1º Ministro, até foi contestado por muitos “barões” do seu partido. Nessas condições, tornava-se evidente que iríamos ao encontro de uma tempestade política e que Sampaio anteviu o que iria acontecer.
Se tivesse sido honesto e sem segundas intenções, teria recusado o sucessor, dissolvido a AR e convocado novas eleições legislativas. Não o fez, propositadamente. O que ele queria, era que a situação se degradasse ainda mais e dessa forma favorecer o PS.
Aquilo foi uma constante guerrilha contra esse 1º Ministro e, o Jorge Sampaio, nunca mexeu uma palha para tentar acalmar os ânimos tornando-se cúmplice por inércia, naquilo que mais parecia ser um golpe de Estado em tempos de Democracia. O mais longo golpe de Estado, de que há memória em Portugal. E Sampaio, deixou propositadamente que o ambiente na AR se azedasse e assim facilitasse o PS (seu partido) nas eleições seguintes, como se confirmou.
Durante o tempo que durou esse conflito (cerca de seis meses), o PS subia em flecha nas sondagens. As pessoas já tinham esquecido a incompetência e a cobardia de Guterres, que fugiu apavorado, abandonando o comando do então governo, deixando o País sem tangas. O Guterres, foi um incompetente e peras. Mais ou menos 6 meses depois de ter iniciado o seu mandato, Santana Lopes teve que deixar o cargo sem que pudesse mostrar se era ou não era competente, pois que a AR não o deixou governar. Isso sim, foi um golpe baixo mas magistral, liderado pelo mestre Sampaio. Foi assim que Sócrates teve a maioria absoluta, e pôde levar o País ao caos presente. Está contente, Edite Bruxelas?
Claro que, o que levou a Edite a fazer esse pedido de união, não foram as próximas legislativas mas as eleições mais imediatas ou sejam, as eleições presidenciais onde o seu querido camarada de partido (o radicalista mais bloco esquerdista e anarquista, do que socialista; Manuel triste figura), risca de perder a corrida para Belém.
Esse seu camarada, não possui a estirpe que o possa levar a ser um bom PR. Arma-se em altaneiro, quando não passa de um rufião. Já o demonstrou e mais do que uma vez, essa sua faceta contra o que ele diz, ser o seu partido. Alia-se facilmente ao radicalismo anárquico e com essa falta de compostura, só seria mau para o nosso País e por conseguinte para o nosso povo. Um homem que ambicione exercer o mais alto cargo do País, deve escolher os seus parceiros criteriosamente e não deixar confusos, todos aqueles que nele confiam. Polémico e até conflituoso, daria uma má imagem do nosso País, aquém e além fronteiras.
Senhora Edite Bruxelas, seja honesta consigo mesma e analise a sua consciência moral (se é que a tem), antes de se dedicar a fazer alusões, impróprias de uma deputada do Parlamento Europeu. Se não sabe o que dizer, coza simplesmente essa boca que destila mau hálito e polui o ambiente. Pense duas vezes, antes de dizer baboseiras.
Com essas suas declarações, só perde credibilidade.
Já reparou que o Sócrates não passa de um grande aldrabão, que se faz acompanhar de uma enorme incompetência? Já reparou que ele só tem de igual, a sua própria arrogância? Já reparou que o seu Sócrates, vai ficar na História como o pior dos 1ºs Ministros desde a fundação da República há um século. O único perigo para a economia de Portugal e do seu povo, é continuar a ser governado pelo seu querido Sócrates, que esbanja mais do que recebe.
Este governo que é do seu partido, podemos compará-lo a uma dona de casa desgovernada e esbanjadora, que por mais que o marido ganhe, não consegue cobrir as despesas que a sua esposa (no seu frenesim de compras), não consegue evitar. E se as receitas baixam, as despesas continuam a subir. Isso é paradoxal. Em vez de um governo, temos um (des)governo.
Aliás, eu nem sei porque razão num país tão pequeno e com apenas dez milhões de habitantes, temos 230 deputados na AR. Se houvesse somente metade dos deputados, ainda sobraria metade.
Diga-me Sr.ª deputada! Aí em Bruxelas, consegue sentir na pele aquilo que o povo português cá em Portugal, sente na carteira? É que o português em Portugal, quase que não a sente (a carteira) de tão leve que ela se tornou. Pesam tanto como penas, o que é uma pena, porque apenas com penas, nem frango do aviário que é o prato mais barato, se consegue comer.
Quanto à Sr.ª deputada, tenho a certeza que com o seu chorudo salário, todas as mordomias e regalias que aufere, pode-se permitir comer Cherne, Goraz, Lavagantes, Sapateiras, Caviar, Foie-gras e beber champanhe francês Don Perignon, Cuvée Speciale enquanto o povo em Portugal tem cada vez mais dificuldades em comer um pouco de bacalhau da Noruega pelo Natal e beber um Martini com cerveja.
Muitos portugueses, bacalhau, nem vê-lo. E assim compreende-se que tenha medo que o seu PS perca as eleições, porque isso poderia eventualmente ter repercussões no seu futuro e no seu modo de vida, que apenas lhe é permitido porque usufrui de salários chorudos e muitos privilégios como deputada europeia. Claro que com o salário e afins que aufere, o seu futuro mesmo com a crise global, não lhe promete dificuldades. Já o Zé-povinho, não pode dizer o mesmo. Cada vez aperta mais o cinto.