Mistura repugnante!
O Sr. 1º Ministro José Sócrates, considera-se vítima dos seus esquemas e dos métodos que utilizou para silenciar aqueles, que ousam contar a verdade. Fazer-se passar por vítima, quando é manifestamente culpado, tem sido o estratagema utilizado por este Sr., que respira e transpira falcatruas.
Tudo na aparência exterior desse Sr., não passa de uma ilusão de óptica. As aparências iludem, mas as suas explicações, já não enganam ninguém. Entre aquilo que ele diz e aquilo que ele fez ou faz, vai uma grande distância. Essa distância, é a distância que separa a; Honestidade, Integridade e a sinceridade, da; Hipocrisia, falta de Honestidade e descalabro moral, dessa pessoa.
Nunca depois do 25 de Abril, se assistiu a tanta censura, nem a tanta mentira. Nunca depois do 25 de Abril, se assistiu a tantos escândalos políticos, como desde que esse Sr. é 1º Ministro. Nunca, desde o 25 de Abril, se assistiu a tanta e vergonhosa falta de Justiça em Portugal. Mas isto, não vem só de agora. Eu encontro-me há relativamente pouco tempo em Portugal e já assisti a várias indecências judiciais, cada vez que os processos envolvem políticos.
A estratégia, já vem de há muito tempo e foi instaurada pelos governos sucessivos do PS depois do 25 de Abril, que aproveitavam o lugar no poder para ir instalando tubarões socialistas em lugares estratégicos, que lhes dessem mais força e impermeabilidade a eventuais situações menos claras e de carácter ilícito, ou mesmo criminoso, como o são, os casos mais recentes. Logo depois da liderança de Ferro Rodrigues, essas manigâncias foram tão evidentes, que toda a gente se apercebeu de que havia irregularidades flagrantes, no nosso sistema judicial.
O exemplo da espectacular saída da prisão do suposto pedófilo, Paulo Pedroso, foi a primeira demonstração de força, orquestrada e organizada pelo PS, com o envio de Juízes desembargadores, saídos das suas hostes, com o intuito de inocentarem, libertarem e arquivarem, o processo desse comparsa. Com esse acto, esses Juízes desacreditaram o colega que mais não fez que o seu trabalho, com o único intento, de defenderem a imagem já deteriorada, do PS.
Como todos sabem, pois pudemos ver as imagens pouco dignas nos canais de televisão, esse processo acabou com a invasão (lícita ou ilícita?) da Assembleia da República e com a dita invasão, Portugal deixou de parecer um País democrático e soberano, parecendo-se mais com uma República dos macacos. Perdão. Das bananas! A nossa Justiça, está a transformar-se num sistema mafioso, (com a infiltração do poder político e as suas consequências nefastas para a prática de uma Justiça, digna e firme) onde os poderosos saem ilesos, qualquer que seja o crime cometido por essa gentalha. As toupeiras minam o sistema judiciário, descaracterizando e descredibilizando, a Justiça em Portugal.
Tenho estas palavras para definir esta situação de injustiça, na Justiça do nosso País. Parcialidade, corruptibilidade, imoralidade, promiscuidade e cumplicidade. (Entre Justiça e política).
Badalhoca, é o nome que mais se adequa (actualmente) à nossa Justiça, mas também à nossa classe política, que imiscuem clubismo político com decisões judiciais.
A Europa deve estar a rir-se de nós, quando olha para a nossa classe política, mas também, judicial! Damos-lhe uma imagem anárquica do nosso País. A imagem de um País com défice, sem dinheiro para o pagar, sem trabalho e sem regras! Os paparazzis, não desviam os olhos dos nossos políticos, nem da nossa falsa Justiça.
Nesta altura do campeonato, o único em Portugal que deve estar satisfeito com a nossa imagem no mundo, deve ser o BE pois que anarquia, é o que mais condiz com os ideais desse partido radical.
Se realmente houvesse uma verdadeira Justiça em Portugal, Sócrates encontrar-se-ia na prisão, em vez de se encontrar em São Bento. Nem sequer o nomeiam como arguido. A maior parte dos processos judiciais onde o seu nome é citado, não avançam nem recuam. Param, deixam passar o tempo e acabam abafados e arquivados. Muito conveniente, mas também muito elucidativo quanto a qualidade (ou falta dela), da nossa actual Justiça e dos seus principais representantes.
Portugal, precisa de uma verdadeira revolta popular, contra esta insalubridade moral. Precisa muito, de um banho de Ética.
Abaixo com a podridão. Mandem os deputados partir pedra para fazer cascalho!
Por pouco que fizessem, seriam mais úteis do que na AR. Bandalhos!
Um inconformado, com a actual situação política e judiciária do nosso País.
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