segunda-feira, 22 de março de 2010

Exemplo a seguir!

Exemplo a seguir!

Como sabem, mais de cem mil pessoas dispuseram-se a limpar gratuitamente Portugal de lés-a-lés. É sem dúvida alguma, um exemplo e um feito histórico no nosso País.

Nem toda a gente se entrega ao trabalho, de corpo, alma e coração, muito menos gratuitamente. Por vezes, até a ser pago e bem pago, as pessoas sentem o trabalho como um sacrifício. Como sabemos, não é a primeira vez no mundo que milhares de pessoas (anónimas na quase totalidade), nos dão grandes exemplos de nobreza, civismo, e cidadania. Repito: Não é a primeira vez no Mundo, mas é-o historicamente em Portugal.

Durante este dia, essa centena de milhares de cidadãos, recolheram cerca de 70 mil toneladas de lixo, o que equivale a uma média de 700 quilos por pessoa. Isso é obra! Essa enorme quantidade de lixo foi depositada por todo o lado, por empresas e gente sem escrúpulos nem educação cívica. A partir de agora, seria bom começar a punir os infractores, com multas exemplares e em caso de recidiva, metê-los na prisão.

Espero que a partir de agora, aquelas pessoas que costumam deitar lixo no chão e por todo o lado, tenham mais respeito pela natureza.

Estes recentes exemplos de solidariedade aquando do tremor de terra no Haiti, do aluvião na Madeira que arrastou pessoas viaturas, máquinas pesadas, lama, pedras e até casas e agora este movimento cívico por um Portugal mais limpo, devem ser seguidos de outros que mostrem que o ser humano, é um ser superior.

Em Portugal continental, também existem muitas oportunidades para que possamos praticar esse enorme elo de solidariedade. Nas nossas cidades, nas nossas vilas e aldeias, ao lado da nossa casa, principalmente no interior do País, milhares de pessoas precisam urgentemente da nossa ajuda. Devemos mostrar-nos solidários para com aqueles que mais precisam de nós.

Só é pena que alguns políticos, não aproveitem este exemplo cívico da limpeza nos campos e florestas de Portugal para iniciarem eles também e porque não, uma grande limpeza na AR. Uma autêntica purga Ética!

Devem praticar uma limpeza ética, nas nossas instituições e empresas Públicas e mesmo, nas câmaras municipais e juntas de freguesia, onde essa espécie de lixo abunda. Mas para isso, o Governo e os partidos com representação na AR, devem dar o exemplo. Devem situar-se na vanguarda.

É também um exemplo a seguir pela nossa Justiça, que em inúmeros processos nem anda nem desanda, ou desanda mais do que anda. Desanda por exemplo, quando envereda por caminhos menos claros e até obscuros, dando-nos a impressão que existem várias formas de justiça no nosso País. Uma para os pobres e anónimos, outra para os ricos, poderosos e mediáticos, que quase sempre escapam a uma Justiça que é tudo menos, Justa. Isso é crime, passível de prisão.

A nossa Justiça, necessita com a máxima urgência, de uma enorme operação de limpeza. Neste ramo, também se precisa com toda a urgência de gente que queira trabalho e não emprego ou salário. Que parem de se lamentarem, procurando pretextos e razões para arrastarem indefinidamente milhares de processos e que trabalhem mais afincadamente. Que não travem a Justiça, com a calaceirice que lhes é tão peculiar.

Também esses Boys, metidos á pressão em empresas públicas, em cargos para os quais não têm nem qualificação, nem competências (mas têm alianças poderosas nessa máfia em que se está a tornar a nossa classe política), precisam de ser varridos antes que nos arruínem com os fabulosos prémios, que se acumulam a salários fora do alcance do comum dos mortais. Limpemos essas instituições públicas desses Boys e procuremos pessoas que tenham não só, um excelente currículo profissional, mas também um imaculado currículo ético.

Não podemos dar certos postos a pessoas da família, compadres ou amigos, só porque são familiares, compadres ou amigos. Esses postos devem ser oferecidos, depois de feito um concurso honesto e não um concurso, onde os organizadores já têm um vencedor previsto.

Os escolhidos, devem ser pessoas que preencham todos os requisitos. Profissionais, mas também morais. No interesse do nosso País, deixemos de lado as escolhas partidárias ou familiares. Há que erradicar as cunhas, o tráfico de influência, a corrupção, o suborno e outras falcatruas, utilizadas no intuito de arranjar tal ou tal gamela na Função Pública.

Erradiquemos ainda, os esquemas que levam a que os partidos políticos situem estrategicamente os seus Boys, no intuito de melhor se servirem deles, em momentos oportunos e adequados. Autênticos subservientes para com aqueles que os escolheram, e que lhes ofereceram a gamela.

Sejamos honestos e transparentes nas nossas escolhas, metendo de lado aquelas opções que nos levam a escolher a, ou as pessoas erradas para os postos errados.

Ponhamos o nosso país e o nosso povo, à frente da carreira pessoal ou dos interesses partidários. Escolhamos pessoas honestas, corajosas e competentes. Erradiquemos também, os escandalosos prémios acumulados a já de si, escandalosos salários. Com salários dessa natureza, os Srs. Gestores já ficam mais do que bem pagos. Remuneremos esses Srs. com Justiça salarial porque aquilo que está a ser feito neste momento de grande crise económica, financeira e laboral, é um roubo ao País e ao seu povo!

Sigamos os movimentos cívicos e de solidariedade, praticando uma limpeza radical, na nossa classe política. Quem não estiver de acordo, abram-lhe completamente as portas para que não sinta dificuldades em encontrar a saída.

quarta-feira, 10 de março de 2010

A violência nas escolas!

A violência nas escolas!

Há dois ou três anos, aquando daquela triste cena, vista nos canais de televisão numa escola onde uma menina amimalhada, recusava entregar o telemóvel à sua Professora, eu escrevi um poema sobre a violência nas escolas. Nele, condenava toda a forma de violência nas escolas, mas também, todos os docentes, director e auxiliares que dentro dela trabalham. Principalmente os professores (esses que toleram todo o tipo de comportamento dentro e fora das salas de aulas), sem sequer fazerem a mais pequena observação, àqueles que infringem as regras necessárias para uma boa convivência.

As nossas escolas públicas, têm que ter regras comportamentais e fazê-las respeitar, tanto pelos alunos, como pelos docentes. Os professores têm o dever de exigir respeito dentro da sala de aulas, mas também de chamar à atenção sobre comportamentos menos correctos, fora delas. Enquanto os alunos se encontrarem dentro do recinto escolar, têm por obrigação de cumprir à letra algumas das regras, que lhes exigem dentro das salas de aulas.

Uma boa dose de disciplina da parte dos professores e uma boa dose de respeito da parte dos alunos, é mais do que meio caminho andado, no sentido de se obterem melhores resultados escolares. Não estou a pedir uma disciplina de ferro, mas uma escola onde não fazem cumprir as mais elementares regras da vida em sociedade, nunca apresentará bons resultados no fim do ano lectivo.

Os administradores, os professores, os auxiliares, os porteiros e também os alunos, devem estar atentos a comportamentos menos correctos e denunciarem-nos a quem de direito, antes que seja tarde demais. Só com uma boa participação de todos, se conseguirá um bom resultado. Só assim os professores e os alunos, se sentirão em segurança dentro e fora das salas de aulas.

Também se deve prevenir os pais de alunos problemáticos, quanto aos maus comportamentos do seu rebento. Se, depois dos pais do aluno em causa terem sido avisados do ou dos comportamentos desviantes, o aluno em questão continuar a fazer o que lhe der na real gana, não hesitar em aplicar um processo disciplinar, que deve tomar as medidas que mais se adequarem àqueles problemas. Em última instância, deve-se proceder à expulsão do aluno e tentar enviá-lo para uma escola especializada em alunos problemáticos.

Os professores de uma escola normal, não estão preparados para alunos desse género e devem denunciá-los ao director da mesma, no intuito de resolverem pelo melhor estes problemas. Uma escola com um ou vários alunos problemáticos, se não se tomarem as medidas adequadas a essas situações, pode transformar-se num inferno para todos os que nela trabalham e estudam.

Sem regras e sem disciplina, essas escolas navegam em direcção do caos.

Não podemos tolerar que numa escola pública, haja abandalhamento no respeito pelas regras mais elementares. Devem prever-se fiscalizações sem prevenir, às escolas públicas, no sentido de se avaliar a real segurança nas mesmas e sancionar ou mesmo demitir, a direcção do estabelecimento por incumprimento nessa área. No caso de demissão por justa causa, não se deve indemnizar o, ou os culpados.

Só assim conseguiremos uma escola segura e por consequência, com melhores resultados no fim do ano. A violência nas escolas, deve ser estritamente interdita.

A violência nas escolas é sem dúvida alguma, o mais dramático dos problemas e deve ser denunciada e severamente sancionada desde o início. Numa primeira vez, se não for muito grave, o, ou os alunos agressor/es deve/m ser suspenso/s por dois ou três dias mas se repetir/em esses actos deve/m ser imediatamente expulso/s da escola. Não se pode tolerar a violência nas escolas, senão, arriscamo-nos a termos que responder, por casos dramáticos como o do jovem Leandro.

Neste caso preciso, é vergonhosa a falta de reacção e de compostura da direcção desse estabelecimento de ensino, como também, a inacção dos representantes da Associação de Pais, que se limitam a dizer que desconhecem a existência de conflitos violentos, dentro do recinto escolar. Mesmo depois de outros pais (agora que morreu o Leandro), terem vindo a público denunciar actos de violência sobre os seus filhos.

A Justiça, tem que apanhar os culpados pelas repetitivas agressões e condená-los severamente, por terem feito uso da violência contra outros alunos. Não tenho a mínima dúvida, de que deveriam também ser expulsos daquela escola e que deveriam enviá-los para uma escola especializada. Uma espécie de Correcção!

Quanto à Direcção, deveriam demiti-la e averiguar as responsabilidades de uns ou de outros, pois que devem existir responsáveis, por negligência. Este caso, foi indubitavelmente e provocado pela negligência e indiferença colectiva. Da parte da Direcção, professores, auxiliares e também alunos.

Todos se devem sentir responsabilizados. Aqueles que negam a evidência, mas também, aqueles que tendo presenciado actos de violência, não os denunciaram.

Sabem que quando se assiste a actos de violência, devemos ajudar as vítimas, ou chamar por socorro? Se o não fizermos, estamos a ser culpados de não assistência a pessoa em perigo! É crime mas é também cobardia, não reagirmos!

É que todos pensam, que só acontece aos outros e por isso não se preocupam.

Depois queixam-se, quando necessitam de ajuda e não a obtêm.

terça-feira, 9 de março de 2010

Cruel fascismo esquerdista!

Cruel fascismo esquerdista!

A “democracia cubana” liderada pelos irmãos Castro, vem de fazer mais uma vítima na pessoa de Orlando Zapata. Os extremistas, comunistas e bloquistas portugueses, são os cúmplices assumidos pelo silêncio observado, sobre este flagrante caso da negação democrática.

Fidel Castro, foi o carrasco de Orlando Zapata que apenas lutava pela liberdade, mas os partidos da esquerda esquerdista do nosso País, não mexeram uma palha para o tentar salvar. Depois, ainda vêm com a sempre e eterna lenga-lenga, de comunas e anarcas democráticos.

Orlando Zapata, deixa a sua marca na história da ditadura cubana e do comunismo no mundo. Uma marca indelével, que o comunismo mundial não poderá apagar. O martírio de um homem, que apenas amava a liberdade ao ponto de se deixar morrer por ela. Para o mundo livre, esta morte representa a coragem e a determinação com que o homem luta para ser livre.

Para o comunismo no mundo, esta morte lenta não passa de uma nódoa, que se lavará com o tempo. Esta morte, faz-me lembrar a primavera de Praga, onde um estudante se imolou pelo fogo, em protesto contra esse cruel e sanguinário regime. Essas e outras mortes, não afectam em nada a crueldade desses ditadores, pois que foram habituados a ceifar vidas humanas, como quem ceifa trigo. O historial criminoso do comunismo, é de largas dezenas de milhões de mortos. Por isso o que aconteceu agora para eles, não passa de uma nódoa insignificante, das muitas a que esse partido nos vem habituando e que nos vem recordar mais uma vez, o quanto o comunismo pode ser cruel. Uma vergonha no século XXI.

Orlando Zapata ficará na história mundial, não por ter assassinado em prol da Liberdade, mas por ter morrido por ela. Um homem com um grande H!

Outros comunistas em Portugal, assassinaram já em democracia e continuam livres como inocentes passarinhos!

Por curiosidade, fui pesquisar à Net os comentários sobre a morte deste mártir e assisti a uma quase unânime condenação. Digo quase, porque alguns vermelhuscos, vieram quase justificar a morte daquele inocente, denegrindo a sua imagem e apoiando incondicionalmente, a crueldade dos irmãos Castro.

Vindo da parte de comunistas ou bloquistas portugueses, não é de admirar, pois esses partidos têm um passado comum, de crime e de violência.

Para nós portugueses, é também a demonstração da mentira que vive esse partido em Portugal, quando se diz democrático. Não me canso de dizer, que a esquerda esquerdista não é boa para Portugal, nem para o mundo. Quando falam de democracia, mentem com quantos dentes têm na boca. Eles nunca foram, não são, nem nunca serão democráticos.

Podemos comparar a democracia e o comunismo, com o azeite e a água, Não se conseguem misturar, por mais que queiramos.

Só se pode comparar o comunismo, ao nazismo. Duas horrorosas pestes ideológicas!

Cada uma dessas ideologias, fez muitas dezenas de milhões de vítimas. O nazismo, durante os seis anos que durou a segunda Guerra Mundial. O comunismo, desde a sua fundação até hoje.

Quando esse partido ou os seus líderes, vos falam de democracia, não passa de pura e falsa propaganda desse fascismo esquerdista. Sinto-me a tal ponto revoltado, que repito o que Alberto João Jardim disse há bem pouco tempo.

Se eliminaram o salazarismo da AR por ser anti-democrático, porque razão o ditatorial e muito mais perigoso comunismo, continua presente e de cabeça erguida nessa mesma.

É indecente e imoral, de ver esses estupores que apoiam todas essas criminosas ditaduras esquerdistas pelo mundo, em muito, piores do que o salazarismo, circularem pelos corredores da AR e apresentarem-se ao povo, como gente que lutou pela liberdade.

Mais uma vez venho aqui dizer, que o comunismo durante o tempo de Salazar, nunca lutou pela liberdade mas sim, pela instauração desse cruel e sanguinolento regime estalinista. Queriam-nos impingir um regime, mil vezes pior do que o salazarismo.

Todos puderam ver as tristes cenas no canal da RTP, que acompanhava as cruzadas vingativas desses energúmenos, durante os primeiros tempos da Democracia. Pior ainda, foram os assassinatos cometidos pelo chefe de quadrilha Otelo Saraiva de Carvalho e o seu bando de arrependidos. Foi a mais pura demonstração, daquilo que representa a barbárie do comunismo português. A morte. Dezassete mortos.

Foi, é e será sempre, fiel e nostálgico seguidor dos pensamentos leninistas/estalinistas e outros que se lhes seguiram e que imperavam com mão de ferro, na para eles sempre saudosa, União Soviética.

Se aquela frase (com ferro matas, com ferro morres) existisse nos tribunais que julgam os responsáveis por massacres e genocídios no mundo inteiro, o comunismo e outros partidos extremistas da esquerda ou da direita, já não existiriam, pois seriam extintos pelo uso e abuso que fizeram da crueldade.

quinta-feira, 4 de março de 2010

Mais uma gamela!

Mais uma Gamela!

É incompreensível, que a incompetência já demonstrada intramuros, seja agora recompensada na Europa. Então não é, que o desgovernado Governador do Banco de Portugal, vai deixar a cómoda cadeira que lhe estava a fugir do rabo para continuar a mostrar a sua incompetência no Banco Europeu?

Ainda por cima, ele parte magoado com os portugueses, só porque não soube fazer o seu trabalho no sector bancário português. Só porque, em vez de supervisionar e controlar o sistema financeiro, no sentido de evitar todas as falcatruas efectuadas pelos Gestores e Assessores desse mesmo, deixou tudo entregue ao descontrolo, o que permitiu a banca rota, nalgumas dessas instituições bancárias.

Agora, o Banco Europeu decidiu quase por unanimidade, que se deveria recompensar tanta incompetência ou abandalhamento profissional. Isto é mais uma razão para eu acreditar, que o mundo está virado do avesso. Em vez de se sancionar tanta incompetência no trabalho, recompensa-se a inaptidão.

Não acredito que o Banco Europeu, não esteja ao corrente da incapacidade profissional desse indivíduo. Ele ajudou e em muito, a piorar esta nossa crise e agora, ainda lhe oferecem mais uma gamela no mesmo ramo, sabendo que falhou redondamente nas suas anteriores funções. De Portugal, ele só pode ter referências negativas. Péssimas!

Eu penso (talvez esteja enganado), que uma instituição financeira do nível do Banco Europeu, tem por dever procurar os melhores elementos, tendo como base, as suas referências anteriores. Referências provadas.

Ora, as referências provadas deste senhor no sector bancário, são catastróficas. Ainda se ele fosse um desconhecido, mas dotado de boas ideias para o exercício dessas funções, eu até compreenderia. Ninguém pode negar, que Victor Constâncio é sobejamente conhecido mas, pelas piores razões. As suas incompetências aliadas a uma grande negligência, são por demais conhecidas. Ninguém (e neste caso, a Europa) pode fazer de conta, que ignora as suas faltas de qualidades para o cargo proposto.

Dizei-me que isto não é verdade. Dizei-me, que é só para rir. Só pode ser uma piada ou então, depois de ter ajudado a “arruinar” Portugal, vai fazer o mesmo com a Europa. Vai ser a nossa vergonha!

Eu nem quero acreditar que um indivíduo com nota negativíssima no seu país, possa encontrar no estrangeiro e no mesmo ramo, outra boa gamela, depois de tamanha demonstração de fracasso. É simplesmente, inacreditável.

Eu, no lugar dele, teria vergonha e não aceitaria um posto para o qual não me sentisse apto. Teria receio, que se quisessem rir de mim. Sobretudo, depois de uma mais que humilhante demonstração de inabilidade.

Pelos vistos, o Victor Constâncio não se sente mal na pele de um Governador falhado, pois que se prepara para outro desafio que no meu entender, é muito maior do que a sua pessoa. Quer-me parecer que a despedida deste senhor ao Banco de Portugal, deve ser feita pela porta de serviço e não pela grande porta.

Penso mesmo que neste momento, ele só pensa que quando parar, vai ter mais uma choruda reforma que lhe permitirá fazer parte daqueles que no meu entender, ganham indevidamente, muito mais na reforma, do que no activo.

A nossa Justiça vai mal, mas quero aqui dizer, que esta situação das várias e chorudas reformas, cumuladas por muitos dos nossos gestores públicos e mesmo privados, ex-políticos e ex-governantes, é de uma injustiça gritante e vergonhosa. É mesmo, a maior das injustiças existente no nosso país, que como sabem, não são poucas!

Dou-vos a minha palavra de honra, que não compreendo a continuidade desta situação. Deveriam pôr cobro a estas injustiças, que aumenta o fosso entre ricos, poderosos e o Zé-ninguém. E ainda há quem diga, que os políticos ganham pouco.

Eles ganham, é muito para aquilo que fazem. Outros ganham pouco, trabalhando muito.

Assim vai o País, enquanto o Zé povo deixar andar.

Só uma verdadeira revolução, poderá fazer avançar o País do grande Camões!

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Pântanos mal cheirosos!

Pântanos mal cheirosos!

O Mário Bochechas (entendam, Soares), veio a público afirmar-nos que não existe real censura às liberdades de expressão, da parte deste governo.

Sabem como é. Há-os, que consideram normal que se cale um Professor, uma jornalista, ou que se demita um director de canal de televisão, pelo simples facto de não lhes agradar o que vem a público. Por vezes, até lhes passa pela cabeça comprar o dito canal, com o único intuito de poderem censurar à vontade, as verdades que os possam prejudicar.

Também a Imprensa escrita, se encontrava na mira dessa promiscuidade política, que existiu entre o Presidente da PT e o nosso governo, donde o líder José Sócrates, seria o mais interessado. Através desse estratagema, tencionavam apoderar-se dos jornais com maior tiragem, no intuito de melhor filtrar os seus conteúdos e supostamente censurar, este ou aquele artigo.

«Se, se encontrassem na oposição, o PS e todos os esquerdistas, diriam que o Estado Novo, está de volta. Como é o PS, ninguém ousa dizer que é fascismo. Até o partido anarquista (BE), não diz grande coisa. «Faltou-lhe a voz!»

A estas tramas urdidas pelo Governo do PS, os Soares, os Marinhos Pintos e outros acérrimos socialistas como o Presidente da Câmara de Lisboa, António Costa, consideram legítima defesa, contra ataques pessoais. Ataques esses; justificados, argumentados e mesmo pormenorizados. Talvez sejam, defesas de elefantes.

(Olhem que o marfim é caríssimo. Que o diga o Mário Bochechas, pois ele parece que é entendido, nessas coisas das defesas desses animais, a quem matam para apenas aproveitar o marfim.)

Nestes últimos tempos, decidiram atacar directamente o semanário O Sol, porque este, ousou divulgar as escutas feitas por quem de direito. É que essas escutas, denunciavam algumas das trapaças praticadas pelo governo, no intuito de silenciarem o que tem vindo a público. Apoderar-se da Imprensa!

Para voltar aos problemas que me trazem por cá. O que nos está a valer, são algumas fugas de informação aqui ou ali, que nos vão informando sobre as maroscas urdidas pela baixa classe política, que governa ou antes; desgoverna o nosso país.

Se assim não fosse, ninguém saberia nada sobre escândalos como; o da pedofilia praticada por gentalha da classe alta média e mesmo políticos na Casa Pia, Freeport, Face Oculta, BPN, BPP, limitações à liberdade de expressão e muitos outros lamaçais. Tudo isso, seria imediatamente censurado e afastado das notícias, mas pior do que isso nem sequer chegariam a tribunal. Tudo seria abafado muito rapidamente. Os ricos e poderosos, seriam sempre protegidos desses escândalos.

Embora a nossa in-Justiça teime em não os fazer pagar, que pelo menos sejam atingidos pela lama na qual parece viver, uma boa parte da nossa classe política. Pântanos viscosos e mal cheirosos, sobre os quais, muito boa gente se apraz caminharem. Se para isso forem necessárias algumas fugas, que assim seja. O povo deve ser sempre informado, sobre aquilo que são os nossos políticos. Nós temos o direito de saber o que se passa, com aqueles que elegemos e os órgãos de informação, têm o dever de nos informar.

Enquanto o Presidente do Supremo, for da cor do Governo, enquanto o Procurador-geral da República, for da mesma cor e enquanto durar essa estratégia de os partidos infiltrarem nos processos jurídicos, magistrados assumidamente das mesmas cores, não haverá justiça e neste caso, a fuga de informação torna-se mesmo necessária. Neste momento em Portugal, eu não acredito na Justiça.

Se ficarmos à espera de que a Justiça nos informe, nunca mais saberemos o que se passa com os ricos ou poderosos. Justiça oculta!

Actualmente, o PS encontra-se em alvoroço e algumas vozes dentro do partido, já começam a pedir mais transparências na governação do País. Os outros, fazem como o Bochechas e dizem que tudo não passa de uma campanha para denegrir o chefe do Governo. O certo, é que o país se encontra não só em crise financeira, mas também, num caos moral.

O 1º Ministro e o Governo, com as suas tramóias limitam as liberdades, mas continuam a acusar a oposição, de procurar denegrir a imagem já bastante estragada deste Governo. Lata, não lhes falta.

Sócrates até se embrulha, nas explicações que tenta fazer passar para a Imprensa. Uma vez diz que não, outra vez diz que sim, mas…., e outras vezes diz, talvez. As explicações são tão evasivas, incompreensíveis e confusas, que ficamos todos ainda com mais dúvidas, depois das explicações que não explicam nada.

O Rui Pedro Soares, Presidente da PT, vem de se demitir (segundo ele) para não prejudicar a imagem da PT, mas também para melhor se poder defender. Já podia ter ido há muito mais tempo, antes de se ter obscuramente enrolado com o Governo. Se a nossa Justiça não se deixasse envolver em clubes partidários, tenho a certeza que justiça seria feita, neste e em todos os outros escandalosos casos, que envergonham o nosso País.

Claro que a interferência e o apoio do Mário Bochechas (ou, tripla queixada) ao estado de sítio em que se encontra a nossa Imprensa Áudio Visual e Escrita, é por consequência um ataque a toda e qualquer liberdade de expressão. Com esta sua opinião expressada publicamente, ele visa apenas, a agradecer o tacho que lhe deu o camarada RUI, com a cumplicidade do Governo na RTP.

Não se cansa, ganha algum e a continuar assim, ainda vai ganhar mais uma queixada. Ele faz o que fazem muitos outros, ex-políticos e ex-governantes. Acumula grandes reformas mas como ainda não lhe chega, os seus amigos encontraram-lhe mais esse tacho para ocupar esse pobre octogenário. Enquanto isso, mais de 2 milhões de pessoas, vivem abaixo do limiar da pobreza e esses sim, passam realmente fome.

É por isso, que ele defende os camaradas de partido. É por isso também, que ele não se ataca ao problema de acumulações de chorudas reformas, pois que desta situação ele também tira proveito.

Se as reformas lhes fossem cortadas enquanto continuassem no activo, tenho a certeza que esses privilegiados não procurariam emprego, até porque o que eles procuram, é só mais um tacho e que não dei-a muito trabalho. Ganham muito mais depois de reformados, do que alguma vez ganharam enquanto “trabalhavam”, pois que juntam várias e chorudas reformas e ainda por cima, continuam a tirar trabalho a outros que realmente precisam.

Por mais que procure, não consigo encontrar no meu vocabulário uma palavra assaz forte, que exprima a revolta que essas situações me provocam. Viram-se-me e reviram-se-me as tripas, ao ver essas injustiças no século 21.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Mistura repugnante!

Mistura repugnante!

O Sr. 1º Ministro José Sócrates, considera-se vítima dos seus esquemas e dos métodos que utilizou para silenciar aqueles, que ousam contar a verdade. Fazer-se passar por vítima, quando é manifestamente culpado, tem sido o estratagema utilizado por este Sr., que respira e transpira falcatruas.

Tudo na aparência exterior desse Sr., não passa de uma ilusão de óptica. As aparências iludem, mas as suas explicações, já não enganam ninguém. Entre aquilo que ele diz e aquilo que ele fez ou faz, vai uma grande distância. Essa distância, é a distância que separa a; Honestidade, Integridade e a sinceridade, da; Hipocrisia, falta de Honestidade e descalabro moral, dessa pessoa.

Nunca depois do 25 de Abril, se assistiu a tanta censura, nem a tanta mentira. Nunca depois do 25 de Abril, se assistiu a tantos escândalos políticos, como desde que esse Sr. é 1º Ministro. Nunca, desde o 25 de Abril, se assistiu a tanta e vergonhosa falta de Justiça em Portugal. Mas isto, não vem só de agora. Eu encontro-me há relativamente pouco tempo em Portugal e já assisti a várias indecências judiciais, cada vez que os processos envolvem políticos.

A estratégia, já vem de há muito tempo e foi instaurada pelos governos sucessivos do PS depois do 25 de Abril, que aproveitavam o lugar no poder para ir instalando tubarões socialistas em lugares estratégicos, que lhes dessem mais força e impermeabilidade a eventuais situações menos claras e de carácter ilícito, ou mesmo criminoso, como o são, os casos mais recentes. Logo depois da liderança de Ferro Rodrigues, essas manigâncias foram tão evidentes, que toda a gente se apercebeu de que havia irregularidades flagrantes, no nosso sistema judicial.

O exemplo da espectacular saída da prisão do suposto pedófilo, Paulo Pedroso, foi a primeira demonstração de força, orquestrada e organizada pelo PS, com o envio de Juízes desembargadores, saídos das suas hostes, com o intuito de inocentarem, libertarem e arquivarem, o processo desse comparsa. Com esse acto, esses Juízes desacreditaram o colega que mais não fez que o seu trabalho, com o único intento, de defenderem a imagem já deteriorada, do PS.

Como todos sabem, pois pudemos ver as imagens pouco dignas nos canais de televisão, esse processo acabou com a invasão (lícita ou ilícita?) da Assembleia da República e com a dita invasão, Portugal deixou de parecer um País democrático e soberano, parecendo-se mais com uma República dos macacos. Perdão. Das bananas! A nossa Justiça, está a transformar-se num sistema mafioso, (com a infiltração do poder político e as suas consequências nefastas para a prática de uma Justiça, digna e firme) onde os poderosos saem ilesos, qualquer que seja o crime cometido por essa gentalha. As toupeiras minam o sistema judiciário, descaracterizando e descredibilizando, a Justiça em Portugal.

Tenho estas palavras para definir esta situação de injustiça, na Justiça do nosso País. Parcialidade, corruptibilidade, imoralidade, promiscuidade e cumplicidade. (Entre Justiça e política).

Badalhoca, é o nome que mais se adequa (actualmente) à nossa Justiça, mas também à nossa classe política, que imiscuem clubismo político com decisões judiciais.

A Europa deve estar a rir-se de nós, quando olha para a nossa classe política, mas também, judicial! Damos-lhe uma imagem anárquica do nosso País. A imagem de um País com défice, sem dinheiro para o pagar, sem trabalho e sem regras! Os paparazzis, não desviam os olhos dos nossos políticos, nem da nossa falsa Justiça.

Nesta altura do campeonato, o único em Portugal que deve estar satisfeito com a nossa imagem no mundo, deve ser o BE pois que anarquia, é o que mais condiz com os ideais desse partido radical.

Se realmente houvesse uma verdadeira Justiça em Portugal, Sócrates encontrar-se-ia na prisão, em vez de se encontrar em São Bento. Nem sequer o nomeiam como arguido. A maior parte dos processos judiciais onde o seu nome é citado, não avançam nem recuam. Param, deixam passar o tempo e acabam abafados e arquivados. Muito conveniente, mas também muito elucidativo quanto a qualidade (ou falta dela), da nossa actual Justiça e dos seus principais representantes.

Portugal, precisa de uma verdadeira revolta popular, contra esta insalubridade moral. Precisa muito, de um banho de Ética.

Abaixo com a podridão. Mandem os deputados partir pedra para fazer cascalho!

Por pouco que fizessem, seriam mais úteis do que na AR. Bandalhos!

Um inconformado, com a actual situação política e judiciária do nosso País.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Mais "sucata" na política!

Mais “sucata” na política!

Uma boa parte da nossa classe política, continua a promiscuir-se e a enterrar-se na lama da indecência e da imoralidade. Parecem comprazer-se nesses caminhos obscuros da fraude, utilizando o esquema da falsa facturação, com a consequente fuga ao fisco.

Desta vez, são 17 os arguidos, entre os quais se encontra uma vereadora recente da Câmara Municipal do Porto. Guilhermina Rego, é também professora universitária (lindo exemplo para os seus alunos), sendo classificada pelos investigadores, como uma das principais (instigadoras à fraude) neste processo de roubo à Nação.

Estes aqui, até se serviram de tóxico-dependentes, como testas-de-ferro. Esta professora tinha uma “fértil” imaginação. (Fico com a impressão de que se a prenderem (o que me parece improvável), ao sair da prisão, ela se sentirá pronta a abrir uma escola do crime. E porque não?)

Os principais meliantes, tentam agora (mediante “falcatruas” judiciais), travar uma eventual e desejável mas improvável celeridade, na conclusão deste processo.

Talvez (quem sabe?), a Justiça que temos, consiga desta vez (que não existem arguidos socialistas, imiscuídos neste processo), fazer um suplemento de esforço para que não se arquive mais um processo de fraude, onde os nossos políticos, são protagonistas assíduos.

Penso que a nossa classe política, será mais conhecida ao nível internacional, como mafiosos manipuladores, do que como políticos hábeis, competentes e íntegros profissionais do Estado. Estamos muito mal servidos com esta classe e se eu fosse rico, já há muito tempo que eu me teria voluntariamente, exilado para outro país.

Com desgosto, mas certamente que o faria.

Sinto sinceramente, que também estamos muito mal servidos, no que diz respeito à nossa Justiça. Nestes processos onde entram políticos, o que até agora tenho visto, é só palhaçadas, em vez de Justiça. A balança da nossa justiça, pende quase sempre consoante a cor política do Procurador, ou do próprio Juiz. É escandaloso, indecente e imoral, mas é a Justiça que temos e que nem merece que se escreva com um “j” maiúsculo.

Depois do caso Freeport, quando se “julgam?” políticos cor-de-rosa, a pequena justiça que temos, contenta-se em fazer arrastar os processos durante meses para subitamente, arquivar pura e simplesmente esses mediáticos processos, segundo eles, por falta de provas. Nem a enorme mediatização dos mesmos, consegue pôr cobro a essa prática condenável.

(Isto faz-me lembrar o caso Maddie, onde os traços de sangue encontrados no apartamento dos pais, no carro por eles alugado e mesmo na roupa de um deles, não foram considerados pela Justiça que temos, como provas suficientemente concludentes para daí, se poder chegar a uma conclusão, quanto a uma eventual e justa pena de prisão efectiva.)

Neste país, tanto os políticos como a Justiça, estão-se nas tintas para uma digna Justiça. O que importa, é branquear os nossos amigos e relações de partido, mesmo quando tudo os acusa. Exemplos: Caso de pedofilia, com o então arguido Paulo Pedroso, Caso Freeport, com o Sócrates enterrado até ao pescoço, Face oculta, com o Armando Varas à procura de dinheiro fácil, no meio das sucatas. Não se compreende as impunidades com que a Justiça presenteia, as evidentes faltas de ética, da nossa classe política.

Sendo eu apenas, um humilde e honesto cidadão português e sabendo de antemão, que o meu grito de revolta não chegará aos ouvidos de nenhum político ou Juiz digno de crédito, não deixarei no entanto de continuar a escrever no meu computador, as minhas opiniões, doa a quem doer.

Enquanto entender que as coisas estão no caminho errado, enquanto tiver o discernimento necessário para conseguir avaliar, que tal ou tal procedimento na nossa justiça ou politica não é correcto, eu opor-me-ei com o meu grito de revolta, contra qualquer injustiça.

Mesmo, que não me ouçam,